Meia luz atrapalha os solos... Sempre falo isso para os donos desses bares mas eles parecem não ouvir.
É interessante estar aqui em cima, posso ver os dois playboys brigarem lá atrás por causa do rabo de saia de uma vagabunda e ainda sorrir quando ambos são retirados pelo Renato - um negão de uns 20 x10 metros- e pelo Paulinho - magrelo, baixote faixa-preta de jiu-jitsu-, nossos queridos seguranças...
Daqui de cima, vejo os homens que levam fora, vejo os primeiros bêbados que caem... vejo a guria que canta o barman... Enfim, Vejo o melhor da noite enquanto afino minha guitarra. Bom eu vejo tudo até o momento que começo a tocar... ai brother, foda-se quem ta lá em baixo, estou em pleno gozo com meu primeiro amor... suas curvas marrons amareladas, sua voz tomam todo o espaço. Podem beber, brigar, me xingar e inclusive não me pagar, pois eu estou aqui, com o meu amor...
Confesso que já tive vontade de participar e já participei das brigas, mas pra que? Pelo calor da emoção do conflito com dois desconhecidos? Foi numa dessas que eu a vi... Quem? Não faço a mínima ideia, só sei que ela sorria, só sei que vestia preto, que usava um pingente de pimenta, que seu cabelo era curto e seu olhar era tudo que eu queria... não aquela noite, mas nesta vida.... Lembro da sua pele clara, seus dedos escondidos na sapatilha tamanho 37, do jeito infantil no corpo de mulher e o ar de superioridade típico de quem sabe o tom da música que ouve. Lembro do timbre da voz dela... bom pelo menos eu acho que era dela, ao menos o canto dos anjos combinava com seu jogar de mãos ao céu e o ritmo do balançar de seus cabelos....
Nesta noite perdi um dente, ganhei uma briga e nunca mais a vi...talvez ela esteja por ai em outro bar, encantando outro guitarrista dizendo pra ele o que ela nunca disse pra mim... bom o que é fácil já que não trocamos nenhuma palavra... Enfim Sigo aqui, neste bar que hoje tem muito mais dela do que de mim, tocando meu primeiro amor como se fosse apenas isto a vida toda e esperando pelo seu primeiro descompromissado "Oi...".
sábado, 10 de novembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Rascunho de Saudade em Saudade e a noite estrelada sem você.
Um gosto estranho que da boca não sai...
Um gosto Frio e amargo...
Uma praia deserta, sem vida ou brincadeiras...
Um sol a meia luz...
Saudade... Vontade...
Difícil pensar? imagine sentir...
Acreditar que um sorriso virou todos os meus pensamentos.
Sentir que as palavras faltam quando fecho meus olhos e tenho teu olhar... para simplesmente dizer que...
Talvez...
Repensando agora...
Não fosse Julho de 83.
Mas quando amar não é o suficiente,
Quando a vida deveria ser tão mais fácil...
poderia só restar eu e você...
Nesse vento do mar, Nessas estrelas que gostam tanto de brilhar...
Em tudo tua voz me acompanha rumo ao horizonte...
Nessa noite que não quer acabar e a estrada que só parece aumentar..
Não Adianta correr para não chegar... Mas mesmo assim eu preciso tentar...
Tentar ter para mim a sua calma, o seu sorriso, os seus problemas e desafios
quem sabe o seu cuidado, para me livrar do amargo gosto da minha boca pelas manhãs
ou também o seu amor, para aquecer meu coração gelado das horas, dias, semanas, meses ou anos sem você.
Daniel Gaspar
domingo, 10 de junho de 2012
Liberdade de Imprensa x Liberdade de Expressão
Na composição contemporânea dos Estados democráticos um dos principais pilares é a chamada Liberdade de Imprensa, consolidada na nossa Carta Magna no seu Capítulo 5°, o que compreende do artigo 220 ao art. 230. Porém a Liberdade de imprensa muitas vezes acaba por entrar em choque com outros princípios constitucionais, como os previstos no art. 5° de nossa Carta Magna qual fala das liberdades individuais. Ao decorrer de mais de 20 anos de um Estado “Democrático de Direito” no Brasil, infelizmente percebemos que a Liberdade de imprensa não quer dizer Liberdade de Expressão, por vezes a primeira é um fator inibente da segunda, e que pela falta de regulamentação sobre o campo a comunicação social vira um ambiente fértil para mafiosos erguerem seus impérios.
Primeiramente o que é a “liberdade” qual tratamos aqui, ainda
mais considerando que teremos de abordar dois conceitos difererentes?
Primeiramente a liberdade da pessoa (Humana ou jurídica)
Apesar de anarquistas como Bakunim tratarem a mesma como “A revolta do
indivíduo contra todo tipo de autoridade, divina, coletiva ou individual”
traremos algo mais palpável e aceito pela doutrina do Direito. Para o jurista belga François Ost “o homem
liberto seria aquele que junto com seu líder construiu regras que normatizam a
sua sociedade, assim é a lei autonômica, a lei discutida.”
Em segundo plano, mas
não menos importante, temos de enunciar o que é a Liberdade de pensamento e
expressão. É obvio que esta bebe da
fonte apontada por Ost na primeira conceituação, afinal é inaceitavel para a
sociedade e para o Estado – visto a vontade popular positivada – um sujeito
usar da “liberdade de expressão” para justificar ataques verbais a determinado
grupo étnico ou apologia ao nazismo. A
liberdade de pensamento é inata, pois a partir dela decorre-se toda a
construção do indivíduo, este ponto serve para curiosamente unir a filosofia de
Descartes por sua afirmação de “Cogito ergo sum” e o existencialismo de Sartre.
Ambos acabam por aceitar que o pensamento é o que da início a nossa existência
racional. Portanto a liberdade do pensar é natural, não podendo deste modo o
homem impedir que o outro exerça esta função básica. Tal tentativa ganhou voz na doutrina do
direito internacional com jurista alemão Günther Jakobs que desenvolveu a
chamada “Teoria Penal do Inimigo”, qual prega que determinados sujeitos por não
reconhecerem o Estado e não o respeita-lo devem ser punidos preventivamente, ou
seja um sistema penal que usaria o jus puniere do Estado contra o cidadão pelo
o que ele é, ou o Estado através do seu agente acha que ele é e não por suas
ações propriamente, o que poderia recriar os horrores como o do holocausto com
pessoas sendo mortas por serem e não por fazerem, por serem “inimigas do
Estado”. Felizmente tal concepção já foi
completamente superada. Porém o campo da
Liberdade de pensamento pode entrar em confronto com a Liberdade do outro e
seus direitos positivados, quando este deixa de ser apenas pensamento e toma
forma no mundo material, tanto através de palavras escritas ou proferidas
quanto condutas do agente.
Portanto o limite da Liberdade de Expressão
está nas fronteiras da legalidade prevista para cada conduta e se considerarmos
que a expressão é a base da Imprensa a tal Liberdade desta está com seus
poderes vinculadas aos mesmos princípios e normas jurídicas.
Nossa nação ainda
carece de mecanismos que transformem a comunicação em um instrumento de
manifestação popular e não de controle de massas. Infelizmente no Brasil, meia-dúzia de famílias
controlam sozinhas as informações que chegam a 200mi de brasileiros diariamente
e é corriqueiro que os interesses pessoais destes patrões sejam expostos como
grande verdade nacional. Em um pacto
quase diabólico as grandes empresas de
comunicação transformam heróis em vilões e vice-versa e ainda conseguem execrar
qualquer discussão sobre um tema que a comprometa, exemplo disso que vivemos
hoje é que nenhuma das grandes emissoras noticía a greve generalizada em 48
universidades federais e ainda se protegem como um cartel que conspira contra a
população. O Jornal “o Globo” no último
dia 8 de junho estampou em sua manchete principal que o TCU investigaria as
contas da UNE[1],
porém nunca falou – e nem falará – sobre o
do a exigência do mesmo TCU que a Fundação Roberto Marinho devolva 18mi
de reais ao ministério do Turismo. A falta de regulamentação faz com que estes
coronéis usem da “liberdade de imprensa” para abafar a expressão popular, criminalizando por diversas vezes a Livre Expressão dos cidadãos e a sociedade
civil organizada dentro dos movimentos sociais e ainda façam da república sua
refém, exatamente por não terem nenhuma responsabilidade sobre o que assinam e
publicam.
A Liberdade de
expressão e de imprensa são necessárias para a construção de um Estado
Democrático de Direito, porém a imprensa não pode ser o Quarto Poder da República,
mas deve estar a serviço do povo e agir em sua defesa, portanto para garantir a
liberdade de pensar e se expressar ao povo. Deve-se regulamentar as ações da
mídia transformando esta em um instrumento revolucionário e não de opressão do
sistema econômico-ideológico. A Imprensa
deve garantir o acesso a informação e não restringi-la ou peneirar-la a partir do
interesse de teus caciques.
[1]
União Nacional dos Estudantes – A Nota oficial que a mídia não noticiou segue
anexo. http://www.une.org.br
sábado, 9 de junho de 2012
Nota Oficial da União Nacional dos Estudantes a Matéria veinculada no jornal golpista "O Globo", fundador e membro honorário do PIG. Segue:
Não nos intimidaremos. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo”, afirma a nota
Não nos causa espanto o ataque arquitetado por parte da imprensa conservadora contra a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o conjunto dos movimentos sociais. Primeiro, foi a revista Veja. Agora, é pelas páginas do jornal O Globo que a microfonia da mídia golpista tenta nos atingir. A UNE é alvo porque participa da luta democrática para romper o monopólio que meia dúzia de famílias exerce sobre a comunicação no Brasil. A UNE está na mira porque demonstra a necessidade de imediata regulação das responsabilidades dos meios de comunicação.
É importante deixar claro, em respeito a todos os que acompanham a nossa trajetória de 75 anos de vida, que a UNE não cometeu irregularidades e não é alvo de investigações de nenhum tribunal de contas. Se, o pedido de investigação feito pelo procurador do ministério público junto ao TCU apontar qualquer equívoco em nossa prestação de contas, – não há provas de que tenha ocorrido- será fruto de imperícia técnica, mas nunca de má fé.
Sobre um ponto da matéria publicada nesta sexta-feira, dia 8 de junho, pelo jornal O Globo, cobramos responsabilidade na veiculação e análise das informações e esclarecemos que a compra de alguns itens de vestuário foram feitas para a construção de instalações (artes visuais) e para o figurino de peças de teatro, atividades da Bienal da UNE, o maior festival estudantil da América Latina.
Sobre a compra de bebidas alcóolicas é necessário esclarecer que os valores referentes a estes itens constavam em algumas notas fiscais, mas não foram contabilizados como parte dos gastos com o dinheiro público. Ou seja, a UNE não usou dinheiro público para pagar esses itens. A montagem de camarins e uma intervenção artística sobre a religiosidade afro-brasileira no qual se utilizava cachaça, búzios e velas foram compradas com o dinheiro privado da entidade.
Quanto a existência de notas fiscais supostamente irregulares, a UNE esclarece que o processo de contratação foi feito via pregão eletrônico, por meio da empresa “Terceiro Pregão”, especializada em licitações para o terceiro setor. A UNE cumpriu a sua parte contratual. Caso tenha ocorrido qualquer irregularidade por parte das empresas contratadas, a UNE apoia a investigação do ocorrido e a adoção de medidas legais cabíveis.
A União Nacional dos Estudantes participa das políticas de financiamento público a atividades culturais, esportivas e educacionais desde 1999, sempre cumprindo todas as exigências técnicas de seus convênios. Parte das nossas prestações de contas já estão aprovadas, sendo que algumas se encontram ainda em análise pelos órgãos responsáveis. A UNE reafirma seu compromisso de zelo com os recursos públicos e, se comprovado qualquer tipo de imperícia técnica em qualquer prestação de contas, compromete-se a saná-las de acordo com o que lei determina, inclusive, se for o caso, com a devolução de recursos. Dessa forma, a UNE reafirma também o seu compromisso com o Erário, honrando seus 75 anos de vida.
Infelizmente, para as poucas famílias que exercem o monopólio da comunicação no Brasil, ser verdade ou não é apenas um detalhe. O que importa, para eles, é a versão, sempre comprometida com os interesses das elites dominantes. A UNE já enfrentou batalhas piores contra estes mesmos personagens, por exemplo, durante a ditadura civil-militar. Esperamos que a Comissão da Verdade revele os responsáveis destas empresas pela cooperação com a tortura, o assassinato e outros crimes bárbaros cometidos pelo regime de exceção, assim como a luta contra a corrupção no Brasil revele as relações mantidas entre corruptores, como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, e os donos destas mesmas empresas.
Como não nos intimidamos no passado, não nos intimidaremos agora. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo.
União Nacional dos Estudantes
08 de junho de 2012
Não nos intimidaremos. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo”, afirma a nota
Não nos causa espanto o ataque arquitetado por parte da imprensa conservadora contra a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o conjunto dos movimentos sociais. Primeiro, foi a revista Veja. Agora, é pelas páginas do jornal O Globo que a microfonia da mídia golpista tenta nos atingir. A UNE é alvo porque participa da luta democrática para romper o monopólio que meia dúzia de famílias exerce sobre a comunicação no Brasil. A UNE está na mira porque demonstra a necessidade de imediata regulação das responsabilidades dos meios de comunicação.
É importante deixar claro, em respeito a todos os que acompanham a nossa trajetória de 75 anos de vida, que a UNE não cometeu irregularidades e não é alvo de investigações de nenhum tribunal de contas. Se, o pedido de investigação feito pelo procurador do ministério público junto ao TCU apontar qualquer equívoco em nossa prestação de contas, – não há provas de que tenha ocorrido- será fruto de imperícia técnica, mas nunca de má fé.
Sobre um ponto da matéria publicada nesta sexta-feira, dia 8 de junho, pelo jornal O Globo, cobramos responsabilidade na veiculação e análise das informações e esclarecemos que a compra de alguns itens de vestuário foram feitas para a construção de instalações (artes visuais) e para o figurino de peças de teatro, atividades da Bienal da UNE, o maior festival estudantil da América Latina.
Sobre a compra de bebidas alcóolicas é necessário esclarecer que os valores referentes a estes itens constavam em algumas notas fiscais, mas não foram contabilizados como parte dos gastos com o dinheiro público. Ou seja, a UNE não usou dinheiro público para pagar esses itens. A montagem de camarins e uma intervenção artística sobre a religiosidade afro-brasileira no qual se utilizava cachaça, búzios e velas foram compradas com o dinheiro privado da entidade.
Quanto a existência de notas fiscais supostamente irregulares, a UNE esclarece que o processo de contratação foi feito via pregão eletrônico, por meio da empresa “Terceiro Pregão”, especializada em licitações para o terceiro setor. A UNE cumpriu a sua parte contratual. Caso tenha ocorrido qualquer irregularidade por parte das empresas contratadas, a UNE apoia a investigação do ocorrido e a adoção de medidas legais cabíveis.
A União Nacional dos Estudantes participa das políticas de financiamento público a atividades culturais, esportivas e educacionais desde 1999, sempre cumprindo todas as exigências técnicas de seus convênios. Parte das nossas prestações de contas já estão aprovadas, sendo que algumas se encontram ainda em análise pelos órgãos responsáveis. A UNE reafirma seu compromisso de zelo com os recursos públicos e, se comprovado qualquer tipo de imperícia técnica em qualquer prestação de contas, compromete-se a saná-las de acordo com o que lei determina, inclusive, se for o caso, com a devolução de recursos. Dessa forma, a UNE reafirma também o seu compromisso com o Erário, honrando seus 75 anos de vida.
Infelizmente, para as poucas famílias que exercem o monopólio da comunicação no Brasil, ser verdade ou não é apenas um detalhe. O que importa, para eles, é a versão, sempre comprometida com os interesses das elites dominantes. A UNE já enfrentou batalhas piores contra estes mesmos personagens, por exemplo, durante a ditadura civil-militar. Esperamos que a Comissão da Verdade revele os responsáveis destas empresas pela cooperação com a tortura, o assassinato e outros crimes bárbaros cometidos pelo regime de exceção, assim como a luta contra a corrupção no Brasil revele as relações mantidas entre corruptores, como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, e os donos destas mesmas empresas.
Como não nos intimidamos no passado, não nos intimidaremos agora. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo.
União Nacional dos Estudantes
08 de junho de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Profissão Militante, construtor de sonhos.
Com a passagem da Caravana da UNE + 10 em Curitiba (Clique para ver o vídeo), a efervescência dos debates, o interesse dos inicialmente afastados, os auditórios bem preenchidos, a alegria dos cortejos e o principal, ver que nossas lutas do passado recente já dão frutos hoje para o nosso povo, para nossa juventude.
Mesmo com contrariando as forças manipuladoras do senso comum brasileiro a União Nacional dos Estudantes tem se dedicado a lutas profundas para a educação brasileira nos últimos anos, entre acertos e erros, como por exemplo luta arduamente pela implementação de 10% do PIB para a educação, bem como 50% do fundo social do pré-sal também no nosso sistema de ensino, mas o foco da conversa de hoje é o passado recente...
A pouquíssimos anos atrás debatíamos a necessidade de um programa federal que ampliasse o investimento estatal nas universidades públicas em troca do aumento na oferta de vagas das mesmas, tendo em vista a necessidade de democratizar o acesso a universidade, bem como a interiorização da mesma... Esse programa chegou depois de muitos anos chamado de Reuni e então começou um novo embate dentro da nossa própria entidade: o modelo do programa. Os que se orgulhavam de se chamar radicais vinham com um discurso florido contrapondo a qualidade com a quantidade de estudantes na universidade, sem perceber na tinham assim o discurso mais elitista possível, mantendo os padrões fechados do sistema para o povo, nós já víamos no projeto a possibilidade de efetivar desejos muito antigos, ver a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por exemplo, saindo de seu único Campus em 50 anos em direção a todo o Estado, levando o ensino superior a todos os catarinenses... Não podíamos simplesmente ser contra um projeto que era fruto de bandeiras históricas do movimento estudantil. Assim hoje, os adversários da educação pública brasileira que tanto barulho fizeram contra o Reuni e ainda se diziam socialistas radicais, preferem nem lembrar de suas palavras de ordem, ou pelo menos as escondem quando passam nas salas de cada universidade pública brasileira, pois sabem q 40% das pessoas que estão ali, se dependesse da sua política teriam ficado do lado de fora da academia...
Talvez isto só não seja menos vergonhoso para eles do que entrar em uma grande universidade por conta de uma Bolsa do Prouni. Outro programa que foi não fruto da sapiência de um gestor público, mas sim de um acumulo de 20 anos de debate do movimento estudantil por um sistema nacional de bolsas para os estudantes da instituições pagas, qual os radicaloides-trostkystas e a imprensa elitista foram sumariamente contra, uns diziam q era disperdissio de dinheiro público, outros diziam que era alimentar "os tubarões do ensino", no final já se vão mais de um milhão de jovens de classes menos abastardas q não teriam como pagar o ensino superior e hoje estão formados, fazendo assim com que os difamadores escondam seu passado...
Ao dizer que a UNE não representa os interesses estudantis ou age como uma secretaria do governo, os críticos apenas escancaram seu profundo desconhecimento sobre as atividades da União Nacional dos Estudantes, sobre seu planejamento, suas bandeiras e sua história... o que é mto útil na sociedade do argumento facebook, uma frase de efeito, uma imagem e nenhuma consistencia argumentativa.

Hoje, quando a direção da nossa entidade visita as maiores universidades do Brasil e gasta mais de 2 milhões na organização de um congresso que conta com 20 mil estudantes de 98,5% das universidades nacionais é por que a UNE está maior do que nunca, joga um poder peso nas decisões políticas q nenhuma outra geração teve antes e ainda sim quer mais, quer chegar a todos os cantos da nação qual nos orgulhamos tanto de defender. O desafio da UNE está lançado, novamente por ela mesma, Construir nos calor dos corredores de cada uma universidade a União Nacional de Milhões. Democratizamos o acesso a universidade, ampliamos nossas fronteiras, pensamos cultura, respiramos saúde e movemos a educação, Somos a União Nacional dos Estudantes, sou UJS.
Nosso discurso, nossas ações não são ódio nem festa, são sonhos construídos com amor, inclusive para aqueles que nos odeiam, nos ignoram e aqueles que falam mais do que sabem... Dedicar a vida para a formulação de um mundo socialista é fazer a humanidade mais humana ocupar os espaços de discussão para ampliar nossa visão sobre o mundo e ter mais de cada um em nosso pensamento... Assim foram 28 anos, assim virão todos os outros, pois por maiores que sejam as mentiras inventadas sobre nossa revolução, já preverá camarada Fidel; A História nos absolverá.
Daniel da Costa Gaspar.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Veja como foi a Caravana da UNE + 10 em Curitiba e sua passagem na PUCPR, com o primeiro Encontro de ProUnistas clicando aqui.
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